quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Tarde de feriado, tempo ameno, passeio agradável, e no rádio do carro:

Estou a sentir
A minha voz perdida no deserto
E eu sou quem diz
Que a vida deixa sempre a porta aberta
P'ra que eu possa lá entrar
E quem sabe regressar
À mais pura inocência

Ainda bem que a vida deixa sempre a porta aberta... Pelo menos assim podemos sair sempre que os Pólo Norte começam a cantar.
Quando é que acaba este sofrimento? Mudemos de estação, a bem dos tímpanos e da sanidade mental.

Um comentário:

João Canning-Clode disse...

Grande Tiago. Por breves instantes pensei que estava a delirar, ou melhor, pensei que deliravas. Estava eu a contemplar a terceira ou quarta linha do "teu" poema, quando pensei para comigo: "Já não conheço este pacóvio, queres ver que deu-se ao trabalho de escrever estas linhas pindéricas durante o feriado?"

Foi com agrado, acompanhado de uma grande gargalhada que li as últimas quatro linhas! Enfim, fiquei aliviado por ver que o teu humor de sempre, estava presente. Um abraço meu amigo.